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«Bem-aventurados os que promovem a paz»

Caros irmãos e irmãs, as bem-aventuranças são uma estrada da santidade, e é a mesma estrada da felicidade. E o caminho que Jesus percorreu, na verdade, é Ele mesmo esse caminho: quem caminha com Ele e passa através dele entra na vida, na vida eterna. Peçamos ao Senhor a graça de sermos pessoas simples e humildes, a graça de saber chorar, a graça de sermos mansos, a graça de trabalhar pela justiça e a paz, e sobretudo a graça de nos deixarmos perdoar por Deus para nos tornarmos instrumentos da sua misericórdia. Assim fizeram os santos, que nos precederam na pátria celeste. Eles acompanham-nos na nossa peregrinação terrena e encorajam-nos a seguir em frente. Papa Francisco

Convívio – Série II n.º 795

Domingo IV do Tempo Comum – Ano A

«Quanto a nós permaneceremos assíduos à oração e ao serviço da Palavra»

«Diácono e diaconia da Igreja» 1. São Vicente é Padroeiro da Igreja de Lisboa e protetor da nossa Cidade. O facto de o nosso padroeiro ser Diácono e Mártir convida-nos a meditar na diaconia da Igreja, isto é, na sua vocação de serviço, e a descobrirmos a relação entre o sofrimento e a consolação, sugerida pela leitura da segunda Carta de Paulo aos Coríntios. O diácono é aquele que serve. O sacramento da Ordem que recebeu predispõe-no e dá-lhe força para servir. Mas o ministério do diácono não se limita à sua vocação pessoal de serviço. Como ministério, ele orienta-se para toda a Igreja, é sua missão específica dinamizar a Igreja como serviço. A diaconia da Igreja decorre da sua íntima união à missão do próprio Cristo, que disse de Si Mesmo: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida” (Mc. … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 794

Solenidade de São Vicente, Diácono e Mártir

Deus tem um projeto de salvação para o mundo

Importa termos consciência de que Deus tem um projeto de salvação para o mundo e para os homens. A história humana não é, portanto, uma história de fracasso, de caminhada sem sentido para um beco sem saída; mas é uma história onde é preciso ver Deus a conduzir o homem pela mão e a apontar-lhe, em cada curva do caminho, a realidade feliz do novo céu e da nova terra. É verdade que, em certos momentos da história, parecem erguer-se muros intransponíveis que nos impedem de contemplar com esperança os horizontes finais da caminhada humana; mas a consciência da presença salvadora e amorosa de Deus na história deve animar-nos, dar-nos confiança e acender nos nossos olhos e no nosso coração a certeza da vida plena e da vitória final de Deus. Jesus não foi mais um “homem bom”, que coloriu a história com o sonho ingénuo de um mundo melhor … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 793

Domingo II do Tempo Comum – Ano A

Somos pessoas atentas aos sinais?

Os “magos” são apresentados como os “homens dos sinais”, que sabem ver na “estrela” o sinal da chegada da libertação. Somos pessoas atentas aos “sinais” – isto é, somos capazes de ler os acontecimentos da nossa história e da nossa vida à luz de Deus? Procuramos perceber nos “sinais” que aparecem no nosso caminho a vontade de Deus? Impressiona também, no relato de Mateus, a “desinstalação” dos “magos”: viram a “estrela”, deixaram tudo, arriscaram tudo e vieram procurar Jesus. Somos capazes da mesma atitude de desinstalação? Somos capazes de deixar tudo para responder aos apelos que Jesus nos faz através dos irmãos? In site dos Dehonianos

Convívio – Série II n.º 792

Solenidade da Epifania do Senhor – Ano A

«Encontraram Maria, José e o Menino»

Diante da “boa nova” da libertação, reagimos – como os pastores – com o louvor e a ação de graças? Sabemos ser gratos ao nosso Deus pelo seu amor e pelo seu empenho em nos libertar da escravidão?Os pastores, após terem tomado contacto com o projeto libertador de Deus, fizeram-se “testemunhas” desse projeto. Sentimos, também, o imperativo do testemunho? Temos consciência de que a experiênciada libertação é para ser passada aos nossos irmãos que ainda a desconhecem? Maria “conservava todas estas palavras e meditava-as no seu coração”. Quer dizer: ela era capaz de perceber os sinais do Deus libertador no acontecer da vida. Temos, como ela, a sensibilidade de estaratentos à vida e de perceber a presença – discreta, mas significativa, atuante e transformadora – de Deus, nos acontecimentos mais ou menos banais do nosso dia a dia? In site dos Dehonianos

Convívio – Série II n.º 791

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus – Ano A

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    • Sábado
    • 17h (vespertina)
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    • 2.ª a 6.ª feira
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    Acolhimento

    • Para diálogo, Sacramento da Reconciliação ou aconselhamento espiritual.
    • 3.ª feira
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      17h-18h30
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    • Outros momentos, fora destes períodos, poderão ser combinados.

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