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Vencida esta guerra, o que vais alterar na tua vida?

“Enquanto Eu estou no mundo, sou a luz do mundo.” Dito isto, Jesus cuspiu em terra, fez com a saliva um pouco de lodo e ungiu os olhos do cego. Depois disse-lhe: “Vai lavar-te à piscina de Siloé.” Ele foi, lavou-se e ficou a ver. Jo 9, 5-7 Nasci cego.Naquele dia, encontrei-me com o inimaginável.Estava sentado, a olhar para dentro da minha noite, quando Jesus passou. E acercou-se de mim.Com lodo, feito de terra e saliva, esfregou os meus olhos. E ordenou-me: “Vai lavar-te à piscina de Siloé.”Fui. Muito hesitante. Desconfiado. Lavei-me. E o imprevisível abraçou-me.Invadiu-me uma explosão de luz e um turbilhão de cores. Confusão. Assombro. Exultação. Deslumbramento. Estava a ver! Chorei e ri. Gritei, cantei, saltei. Depois mergulhei num silêncio de espanto. Prostrei-me. Rezei.Seguiram-se dias de rebuliço e perplexidade. Tantos amanheceres!Mas, o mais espantoso, o verdadeiramente importante, o milagre, ocorreu depois.Com Jesus, a quem me liguei por gratidão … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 657

Domingo IV da Quaresma – Ano A

Convívio – Série II n.º 656

Domingo III da Quaresma – Ano A

Só Jesus Cristo oferece a água que mata a sede de vida

A modernidade criou-nos grandes expectativas. Disse-nos que tinha a resposta para todas as nossas procuras e que podia responder a todas as nossas necessidades. Garantiu-nos que a vida plena estava na liberdade absoluta, numa vida vivida sem dependência de Deus; disse-nos que a vida plena estava nos avanços tecnológicos, que iriam tornar a nossa existência cómoda, eliminar a doença e protelar a morte; afirmou que a vida plena estava na conta bancária, no reconhecimento social, no êxito profissional, nos aplausos das multidões, nos “cinco minutos” de fama que a televisão oferece… No entanto, todas as conquistas do nosso tempo não conseguem calar a nossa sede de eternidade, de plenitude, dessa “mais qualquer coisa” que nos falta para sermos, realmente, felizes. A afirmação essencial que o Evangelho de hoje faz é: só Jesus Cristo oferece a água que mata definitivamente a sede de vida e de felicidade do homem. Eu já … >> continuar a ler

Somos as testemunhas vivas de Deus e do seu projeto para os homens

Mais uma vez somos convidados a recordar que Deus tem um projecto de salvação e de vida plena para os homens, para todos os homens. Quase todos os domingos, a Palavra de Deus convida-nos a tomar consciência desse facto; mas nunca é demais lembrá-lo, até porque os homens do nosso tempo tendem a esquecer Deus e a viver sem a consciência da sua presença, do seu amor, da sua preocupação com a nossa vida, a nossa realização, a nossa felicidade. Se tivéssemos sempre consciência de que temos um lugar cativo no projecto de Deus e que o próprio Deus está a velar pela nossa realização e pela nossa felicidade, certamente a vida teria um outro sentido e no nosso coração haveria mais serenidade, mais paz, mais esperança. Também é preciso termos consciência de que nós, os crentes, somos, aqui e agora, as testemunhas vivas de Deus e do seu projecto … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 655

Domingo II da Quaresma – Ano A

Quais são os deuses que estão no centro da minha vida?

A questão essencial que a Palavra de Deus hoje nos propõe é, portanto, esta: Jesus recusou, de forma absoluta, conduzir a sua vida à margem de Deus e das suas propostas. Para Ele, só uma coisa é verdadeiramente decisiva e fundamental: a comunhão com o Pai e o cumprimento obediente do seu projecto… E nós, seguidores de Jesus? É essa também a nossa perspectiva? O que é que é decisivo na minha vida: as propostas de Deus, ou os meus projectos pessoais? Quando o homem esquece Deus e as suas propostas, e se fecha no egoísmo e na autossuficiência, facilmente cai na escravidão de outros deuses que, no entanto, estão longe de assegurar vida plena e felicidade duradoura. Quais são os deuses que, hoje, dominam o horizonte desse homem moderno que prescindiu de Deus? Quais são os deuses que estão no centro da minha própria vida e que condicionam as … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 654

Domingo I da Quaresma – Ano A

Aceito o desafio de dar testemunho da vida de Deus?

Este evangelho recorda-me que, ao aceitar o desafio de viver em comunhão com Deus, eu sou chamado a dar testemunho da vida de Deus diante de todos os meus irmãos e a ser um sinal vivo de Deus, do seu amor, da sua perfeição, da sua santidade, no meio do mundo. Aceito esse desafio e estou disposto a corresponder-lhe? A leitura que nos foi proposta coloca, mais uma vez, como cenário de fundo, as exigências do compromisso com o “Reino”. Sugere que viver na dinâmica do “Reino” implica, não o cumprimento de ritos ou de leis, mas uma atitude nova, revolucionária, que resulta de um compromisso interior com Deus verdadeiramente assumido, e manifestado em atitudes concretas. Exige a superação de uma religião feita de leis, de códigos, de ritos, de gestos externos e o viver em comunhão com Deus, de tal forma que a vida de Deus encha o coração … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 653

Domingo VII do Tempo Comum – Ano A

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    • Sábado
    • 17h (vespertina)
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      Capela de St.º António
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    • 2.ª a 6.ª feira
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    • Para diálogo, Sacramento da Reconciliação ou aconselhamento espiritual.
    • 3.ª feira
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      17h-18h30
      17h-18h30
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    • Outros momentos, fora destes períodos, poderão ser combinados.

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    • De segunda a sexta:
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    • Sábado:
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