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Sair de si para ir ao encontro de todos

A interrogação atinge-nos com contundência: “Porque estão a olhar para o Céu?”A atitude que Deus espera de nós é que olhemos para a Terra, lugar dos nossos compromissos.Jesus partiu. Mas não foi para longe. Ficou mais próximo. Estava ao lado. Agora está dentro.Não atravessou as nuvens. Ascendeu à nossa intimidade.O Senhor Ressuscitado ‘escapa-Se’ ao nosso olhar, mas a Sua Presença permanece real.Jesus regressou ao Pai, mas não nos abandonou.Deixou de estar num lugar, para poder estar em qualquer lugar.Partiu, mas ‘ficou’ num pequeno grupo de homens, amedrontados, assustados, com dúvidas.Foi a eles, ontem, é a nós, hoje, que Jesus entrega ‘tudo isto’, para fazer chegar ao futuro.Ele confia mais em nós do que nós próprios confiamos.Sabe que somos barro, mas aceita-nos como discípulos, como sementes, como fogo, como luz.Discípulo não é, apenas, o que escuta ensinamentos, mas aquele que se liga ao Mestre, que estabelece com Ele uma relação de … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 666

Domingo da Solenidade da Ascensão – Ano A

“O amor é quando a gente mora um no outro”

Surpreende o ‘Se’, singelo, frágil, afável, com que Jesus inicia o seu colóquio:“Se Me amardes, guardareis os meus mandamentos.”Jesus não impõe, indaga. E aguarda a nossa resposta. Que só pode chegar vestida de liberdade.Quem ama, acolhe com prontidão, cuida com solicitude, protege com ternura.Guardar os mandamentos de Jesus é receber Jesus, a Sua vida, e tornarmo-nos n’Ele.Afirma o Mestre: “Eu estou no Pai e vós estais em Mim e Eu em vós.”Compreendemos? A comunidade, cada um de nós, é a habitação de Jesus. E Jesus, a nossa.“O amor é quando a gente mora um no outro.” Não é o que acontece entre Deus e nós?Na caminhada de fé, assalta-nos a tentação da segurança.Exigimos certezas absolutas e imediatas, que dispensem a escuta, a oração, o discernimento.Convivemos mal com a dúvida, o silêncio, o tempo, o paradoxo, o invisível.Deixamos de confiar na presença do Espírito e da Sua acção criativa e vivificante, … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 665

Domingo VI da Páscoa – Ano A

A Tua presença alenta-nos

William Shakespeare, na sua obra Macbeth, coloca na boca de uma personagem esta frase: “A vida é uma história narrada por um idiota, cheia de som e fúria, sem sentido algum.” Pior do que viver desorientado ou perdido é viver sem caminho, sem rumo, sem propósito. Viver não é simplesmente ‘deixar-se ir’, acrescentar dias aos dias, trabalhar, agitar-se, correr. Não somos meros ‘viventes’ que se deixam arrastar pela enxurrada dos momentos. É fundamental ‘agarrarmos’ a vida, encontrar a forma mais humana, inteira, simples, de percorrer, em ritmo harmonioso e feliz, o espaço temporal que temos pela frente. Porque estamos aqui? O que fazemos aqui? Para onde queremos ir? Como queremos ir? Na demanda das respostas é natural que sejamos abalroados pela dúvida, receio, ansiedade.Tu, Jesus, dás-Te conta das nossas inquietações: “Não se perturbe o vosso coração.” Contigo, somos capazes de superar os nossos temores e ir para diante, como peregrinos … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 664

Domingo V da Páscoa – Ano A

Que pastor é o nosso?

Na nossa cultura urbana, a figura do “Pastor” é uma figura de outras eras, que pouco evoca, a não ser um mundo perdido de quietude e de amplos espaços verdes; em contrapartida, conhecemos bem a figura do presidente, do líder, do chefe: não raras vezes, é alguém que se impõe pela força, que manipula as massas, que escraviza os que estão sob a sua autoridade, que se aproveita dos fracos, que humilha os mais débeis… Ao propor-nos a figura bíblica do “Bom Pastor”, o Evangelho convida-nos a reflectir sobre o serviço da autoridade… Propõe como modelo de presidência (ou de “Pastor”) uma figura que oferece a vida, que serve, que respeita a liberdade das pessoas, que se dedica totalmente, que ama gratuitamente. Para os cristãos, “o Pastor” por excelência é Cristo: Ele recebeu do Pai a missão de conduzir o “rebanho” de Deus das trevas para a luz, da escravidão … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 663

Domingo IV da Páscoa – Ano A

“Manda, Senhor, mais profetas”

Também nós estamos a caminho e conversamos sobre o que está a suceder.Sem O reconhecermos, Jesus aproxima-se de nós e torna-se nosso companheiro de viagem.Deus procura-nos, antes de nós O procurarmos.Os nossos ‘olhos’, que captam o pormenor mais insignificante, têm dificuldade em O ‘ver’.Como dar conta da presença de Deus, quando Ele chega até nós vestido de humanidade?Procuramos Deus nos Céus, mas Ele está na terra, muito próximo.Jesus interpela-nos: de que falam? O ponto de partida do diálogo é a concretude da vida.Serás o único a ignorar o que está a acontecer? As notícias não são boas.Contávamos com o poder de Deus, mas Ele mantém-se silencioso e ausente. Estamos desiludidos.Jesus escuta. Respeita as nossas dúvidas, incertezas, interrogações, lamentos, exasperações, desabafos.Mas não deixa de apelar para a nossa capacidade de ler e de decifrar a realidade.Jesus convoca-nos para a ousadia da inteligência e da perspicácia da sabedoria.Ele quer levar-nos ao cume … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 622

Domingo III da Páscoa – Ano A

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    • Para diálogo, Sacramento da Reconciliação ou aconselhamento espiritual.
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