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Campanha Comunitária | 2.ª Semana do Advento

PERDOAR Leitura – Lc 1, 26-38 Para Pensar A santidade de Maria manifestou-se através de novos gestos e novas atitudes: simplicidade, humildade, pureza, confiança, obediência e serviço. Tal como Maria, é necessário que hoje tenhamos palavras novas para dizer: ternura, amor, solidariedade, respeito, e também gestos novos a ter: de paz, de reconciliação, de partilha e de PERDÃO. Desafio Esta semana vou… perdoar, pedir perdão e demonstrar a minha gratidão para com aqueles que perdoam e fazem a Paz e, também, para com os que humildemente pedem perdão. Vou dizer àquela pessoa especial que, por agir daquela forma, é exemplo para mim. Vou dizer-lhe que fez, ou faz, a diferença porque naquele dia, naquele momento, ou todos os dias e em todas as horas foi, ou é, sinal da presença de Deus na minha vida. Por esse motivo vou entregar-lhe uma fita verde para que a venha colocar na árvore. … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 642

Solenidade da Imaculada Conceição — Ano A

Campanha Comunitária do Advento 2019

Querida comunidade: Este Domingo começamos a Viver o Advento, tempo litúrgico que nos convida a preparar a vinda de Jesus, nascido num lugar simples, despojado de todas as coisas materiais que podem ofuscar a beleza e a grandiosidade deste momento, tão marcante, na História do Homem. Este ano, gostaríamos de vos convidar a, com a comunidade e em família, fazer caminho, ao encontro do Menino que nasce para nos salvar. Ao fundo da Igreja, encontrareis uma árvore, desnudada, e junto dela um pote com fitas verdes. Cada um de nós é convidado a levar uma, ou mais fitas, destinadas a entregar a quem for para nós testemunho de Jesus. A cada pessoa a quem entregarmos cada fita, convidamos a dirigir-se à Igreja para prender a fita que recebeu na árvore. Com o contributo de todos, a árvore que estava nua, vai-se revestindo de vida e, com ela, também o nosso … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 641

Domingo I do Advento – Ano A

Este Rei dá a vida por amor

Celebrar a Festa de Cristo Rei do Universo não é celebrar um Deus forte, dominador que Se impõe aos homens do alto da sua omnipotência e que os assusta com gestos espectaculares; mas é celebrar um Deus que serve, que acolhe e que reina nos corações com a força desarmada do amor. A cruz – ponto de chegada de uma vida gasta a construir o “Reino de Deus” – é o trono de um Deus que recusa qualquer poder e escolhe reinar no coração dos homens através do amor e do dom da vida.Em termos pessoais, a Festa de Cristo Rei convida-nos, também, a repensar a nossa existência e os nossos valores. Diante deste “rei” despojado de tudo e pregado numa cruz, não nos parecem completamente ridículas as nossas pretensões de honras, de glórias, de títulos, de aplausos, de reconhecimentos? Diante deste “rei” que dá a vida por amor, não … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 640

Domingo XXXIV do Tempo Comum – Solenidade de Cristo, Rei do Universo – Ano C

Deus é presença constante e amorosa

O que parece, aqui, fundamental, não é o discurso sobre o “fim do mundo”, mas sim o discurso sobre o percurso que devemos percorrer, até chegarmos à plenitude da história humana… Trata-se de uma caminhada que não nos leva ao aniquilamento, à destruição absoluta, ao fracasso total, mas à vida nova, à vida plena; por isso, deve ser uma caminhada que devemos percorrer de cabeça levantada, cheios de alegria e de esperança. Nessa caminhada, os crentes sabem que não estão sós, mas que Deus vai com eles… É essa presença constante e amorosa de Deus que lhes permitirá enfrentar as forças da morte, apostadas em evitar que o mundo novo apareça; é essa força de Deus que permitirá aos discípulos de Jesus vencer o desânimo, a adversidade, o medo. In site dos Dehonianos

Convívio – Série II n.º 639

Domingo XXXIII do Tempo Comum – Ano C

A ressurreição é a esperança do cristão

A ressurreição é a esperança que dá sentido a toda a caminhada do cristão. A fé cristã torna a esperança da ressurreição uma certeza absoluta, pois Cristo ressuscitou e quem se identifica com Cristo nascerá com Ele para a vida nova e definitiva. A nossa vida presente deve ser, pois, uma caminhada tranquila, confiante, alegre – ainda quando feita no sofrimento e na dor – em direcção a essa nova realidade. A certeza da ressurreição não deve ser, apenas, uma realidade que esperamos; mas deve ser uma realidade que influencia, desde já, a nossa existência terrena. É o horizonte da ressurreição que deve influenciar as nossas opções, os nossos valores, as nossas atitudes; é a certeza da ressurreição que nos dá a coragem de enfrentar as forças da morte que dominam o mundo, de forma a que o novo céu e a nova terra que nos esperam comecem a desenhar-se … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 638

XXXII Domingo do Tempo Comum – Ano C

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Horários

    Missas

    • Sábado
    • 17h (vespertina)
      19h
      Capela de St.º António
      Igreja Matriz
    • Domingo
    • 9h30
      11h30
      19h
      Igreja Matriz
      Igreja Matriz
      Igreja Matriz
    • Semana
    • 2.ª a 6.ª feira
      3.ª e 5.ª feira
      19h
      9h30

    Acolhimento

    • Para diálogo, Sacramento da Reconciliação ou aconselhamento espiritual.
    • 3.ª feira
      4.ª feira
      5.ª feira
      6.ª feira
      17h-18h30
      17h-18h30
      10h-11h30
      17h-18h30
    • Outros momentos, fora destes períodos, poderão ser combinados.

    Abertura/Fecho da igreja

    • De segunda a sexta:
    • 9h-12h 17h-19h30
    • Sábado:
    • 9h-12h 17h-20h
    • Domingo:
    • 9h-12h30 17h-20h
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