Para reflectir

O blog da Paróquia da Amadora

«Quanto a nós permaneceremos assíduos à oração e ao serviço da Palavra»

«Diácono e diaconia da Igreja» 1. São Vicente é Padroeiro da Igreja de Lisboa e protetor da nossa Cidade. O facto de o nosso padroeiro ser Diácono e Mártir convida-nos a meditar na diaconia da Igreja, isto é, na sua vocação de serviço, e a descobrirmos a relação entre o sofrimento e a consolação, sugerida pela leitura da segunda Carta de Paulo aos Coríntios. O diácono é aquele que serve. O sacramento da Ordem que recebeu predispõe-no e dá-lhe força para servir. Mas o ministério do diácono não se limita à sua vocação pessoal de serviço. Como ministério, ele orienta-se para toda a Igreja, é sua missão específica dinamizar a Igreja como serviço. A diaconia da Igreja decorre da sua íntima união à missão do próprio Cristo, que disse de Si Mesmo: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida” (Mc. … >> continuar a ler

Deus tem um projeto de salvação para o mundo

Importa termos consciência de que Deus tem um projeto de salvação para o mundo e para os homens. A história humana não é, portanto, uma história de fracasso, de caminhada sem sentido para um beco sem saída; mas é uma história onde é preciso ver Deus a conduzir o homem pela mão e a apontar-lhe, em cada curva do caminho, a realidade feliz do novo céu e da nova terra. É verdade que, em certos momentos da história, parecem erguer-se muros intransponíveis que nos impedem de contemplar com esperança os horizontes finais da caminhada humana; mas a consciência da presença salvadora e amorosa de Deus na história deve animar-nos, dar-nos confiança e acender nos nossos olhos e no nosso coração a certeza da vida plena e da vitória final de Deus. Jesus não foi mais um “homem bom”, que coloriu a história com o sonho ingénuo de um mundo melhor … >> continuar a ler

Somos pessoas atentas aos sinais?

Os “magos” são apresentados como os “homens dos sinais”, que sabem ver na “estrela” o sinal da chegada da libertação. Somos pessoas atentas aos “sinais” – isto é, somos capazes de ler os acontecimentos da nossa história e da nossa vida à luz de Deus? Procuramos perceber nos “sinais” que aparecem no nosso caminho a vontade de Deus? Impressiona também, no relato de Mateus, a “desinstalação” dos “magos”: viram a “estrela”, deixaram tudo, arriscaram tudo e vieram procurar Jesus. Somos capazes da mesma atitude de desinstalação? Somos capazes de deixar tudo para responder aos apelos que Jesus nos faz através dos irmãos? In site dos Dehonianos

«Encontraram Maria, José e o Menino»

Diante da “boa nova” da libertação, reagimos – como os pastores – com o louvor e a ação de graças? Sabemos ser gratos ao nosso Deus pelo seu amor e pelo seu empenho em nos libertar da escravidão?Os pastores, após terem tomado contacto com o projeto libertador de Deus, fizeram-se “testemunhas” desse projeto. Sentimos, também, o imperativo do testemunho? Temos consciência de que a experiênciada libertação é para ser passada aos nossos irmãos que ainda a desconhecem? Maria “conservava todas estas palavras e meditava-as no seu coração”. Quer dizer: ela era capaz de perceber os sinais do Deus libertador no acontecer da vida. Temos, como ela, a sensibilidade de estaratentos à vida e de perceber a presença – discreta, mas significativa, atuante e transformadora – de Deus, nos acontecimentos mais ou menos banais do nosso dia a dia? In site dos Dehonianos

Um amor sem limites

A transformação da “Palavra” em “carne” (em menino do presépio de Belém) é a espantosa aventura de um Deus que ama até ao inimaginável e que, por amor, aceita revestir-Se da nossa fragilidade, a fim de nos dar vida em plenitude. Neste dia, somos convidados a contemplar, numa atitude de serena adoração, esse incrível passo de Deus, expressão extrema de um amor sem limites. In site dos Dehonianos

Acolho os projetos de Deus com a disponibilidade de José?

A figura de José interpela-nos. Ele é o homem a quem Deus envolve nos seus planos – planos que, provavelmente, lhe parecem misteriosos e inacessíveis – mas que tudo aceita, numa obediência total a Deus. Sou capaz de acolher os projetos de Deus – mesmo quando eles desorganizam os meus projetos pessoais – com a mesma disponibilidade de José, na obediência total aos esquemas de Deus? Esse Jesus que esperamos é o “Deus que vem ao encontro dos homens”, para lhes oferecer a salvação. Afesta do Natal que se aproxima deve ser o encontro de cada um de nós com este Deus; e esse encontro só será possível se tivermos o coração disponível para O acolher e para abraçar a proposta que Ele nos veio fazer. É isto que acontece? In site dos Dehonianos

Os discípulos de Jesus têm de continuar a sua missão

Os “sinais” que Jesus realizou enquanto esteve entre nós têm de continuar a acontecer na história; agora,são os discípulos de Jesus que têm de continuar a sua missão e de perpetuar no mundo, em nome de Jesus, a ação libertadora de Deus. Os que vivem amarrados ao desespero de uma doença incurável encontram em nós um sinal vivo do Cristo libertador que lhes traz a salvação? Os “surdos”, fechados num mundo sem comunicação e sem diálogo, encontram em nós a Palavra viva deDeus que os desperta para a comunhão e para o amor? Os “cegos”, encerrados nas trevas do egoísmo ou da violência, encontram em nós o desafio que Deus lhes apresenta de abrir os olhos à luz? Os “coxos”, impedidos de andar, encontram em nós a proximidade dos caminhos de Deus? Os presos, privados da liberdade, escondidos atrás das grades em que a sociedade os encerra, encontramem nós a … >> continuar a ler

O que é que deve mudar na minha vida?

A questão dominante que o Evangelho de hoje nos apresenta é a da conversão. Não é possível acolher“aquele que vem” se o nosso coração estiver cheio de egoísmo, de orgulho, de autossuficiência, de preocupação com os bens materiais. É preciso, portanto, uma mudança da nossa mentalidade, dos nossos valores, dos nossos comportamentos, das nossas atitudes, das nossas palavras; é preciso um despojamento de tudo o que rouba espaço ao “Senhor que vem”. Estou disposto a esta mudança, para que no meu coração haja lugar para Jesus? O que é que, prioritariamente, deve mudar na minha vida? In site dos Dehonianos

Recentrar a vida no essencial

Neste tempo de preparação para a celebração do nascimento de Jesus, sou convidado a recentrar a minha vida no essencial, a redescobrir aquilo que é importante, a estar atento às oportunidades que o Senhor, dia a dia, me oferece, a acordar para os compromissos que assumi para com Deus e para com os irmãos, a empenhar-me na construção do “Reino”. É essa a melhor forma – ou melhor, a única forma – de preparar a vinda do Senhor. In site dos Dehonianos

«Lembra-Te de mim, Senhor, quando vieres com a tua realeza»

Celebrar a Festa de Cristo Rei do Universo não é celebrar um Deus forte, dominador que Se impõe aos homens do alto da sua omnipotência e que os assusta com gestos espetaculares; mas é celebrar um Deus que serve, que acolhe e que reina nos corações com a força desarmada do amor. A cruz – ponto de chegada de uma vida gasta a construir o “Reino de Deus” – é o trono de um Deus que recusa qualquer poder e escolhe reinar no coração dos homens através do amor e do dom da vida. In site dos Dehonianos

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