Aquivos por Autor: Manuela Gonzaga

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Jesus dá sentido à missão do discípulo

A proposta salvadora e libertadora de Deus para os homens, apresentada em Jesus, é agora continuada pelos discípulos. Os discípulos de Jesus são – como Jesus o foi – as testemunhas do amor, da bondade e da solicitude de Deus por esses homens e mulheres que caminham pelo mundo perdidos e sem rumo, “como ovelhas sem pastor”. As vítimas da economia global, os que são colocados à margem da sociedade e da vida, os estrangeiros que buscam noutro país condições dignas de vida e são empurrados de um lado para o outro, os doentes que não têm acesso a um sistema de saúde eficiente, os idosos abandonados pela família, as crianças que crescem nas ruas, aqueles que a vida magoou e que ainda não conseguiram sarar as suas feridas, encontram em cada um de nós, discípulos de Jesus, o amor, a bondade e a solicitude de Deus? Que fizemos com … >> continuar a ler

Receitas & Despesas | Julho

RECEITAS: 10 730.26€ | Acrescem a este valor as quantias … >> continuar a ler

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16.º DOMINGO DO TEMPO COMUM | ANO B

Naquele tempo,os Apóstolos voltaram para junto de Jesuse contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado.Então Jesus disse-lhes:«Vinde comigo para um lugar isoladoe descansai um pouco».De facto, havia sempre tanta gente a chegar e a partirque eles nem tinham tempo de comer.Partiram, então, de barcopara um lugar isolado, sem mais ninguém.Vendo-os afastar-se, muitos perceberam para onde iam;e, de todas as cidades, acorreram a pé para aquele lugare chegaram lá primeiro que eles.Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidãoe compadeceu-Se de toda aquela gente,que eram como ovelhas sem pastor.E começou a ensinar-lhes muitas coisas. (Mc 6, 30-34)

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Convívio regressa em setembro

A edição do boletim paroquial regressa em setembro. Todas as notícias relevantes serão divulgadas e atualizadas aqui no site.

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«Começou a enviá-los»

Como é que Deus age, hoje, no mundo? A resposta que o Evangelho deste domingo dá é: através desses discípulos que aceitaram responder positivamente ao chamamento de Jesus e embarcaram na aventura do “Reino”. Eles continuam hoje no mundo a obra de Jesus e anunciam – com palavras e com gestos – esse mundo novo de felicidade sem fim que Deus quer oferecer aos homens. Jesus não chama apenas um grupo de “especialistas” para o seguir e para dar testemunho do “Reino”. Os “doze” representam a totalidade do Povo de Deus. É a totalidade do Povo de Deus (os “doze”) que é enviada, a fim de continuar a obra de Jesus no meio dos homens e anunciar-lhes o “Reino”. Tenho consciência de que isto me diz respeito e que eu pertenço à comunidade que Jesus envia em missão? In site dos Dehonianos

Deus entre nós

Nós procuramos Deus no alto, o pastor de constelações no infinito dos céus, quando Ele, pelo contrário, está ajoelhado no chão com as mãos na bacia para nos lavar os pés. Se escolhe estes meios pobres, não é Deus – pensamos nós. Mas, pelo contrário, o Espírito Santo desce precisamente ao quotidiano, faz das casas o seu templo, entra ali onde a vida celebra a sua mansa e solene liturgia. Marina Marcolini

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Rifas | Catequese da Infância

Dando continuidade à campanha de angariação de fundos para a … >> continuar a ler

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Sentimo-nos profetas de Deus junto de todos os homens?

Um dos elementos questionantes no episódio que o Evangelho deste domingo nos propõe é a atitude de fechamento a Deus e aos seus desafios, assumida pelos habitantes de Nazaré. Comodamente instalados nas suas certezas e preconceitos, eles decidiram que sabiam tudo sobre Deus e que Deus não podia estar no humilde carpinteiro que eles conheciam bem… Esperavam um Deus forte e majestoso, que se havia de impor de forma estrondosa, e assombrar os inimigos com a sua força; e Jesus não se encaixava nesse perfil. Preferiram renunciar a Deus, do que à imagem que d’Ele tinham construído. Há aqui um convite a não nos fecharmos nos nossos preconceitos e esquemas mentais bem definidos e arrumados, e a purificarmos continuamente, em diálogo com os irmãos que partilham a mesma fé, na escuta da Palavra revelada e na oração, a nossa perspectiva acerca de Deus. Jesus assume-Se como um profeta, isto é, … >> continuar a ler

Convívio – Série II n.º 724

Domingo XIV do Tempo Comum – Ano B

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«Talitha kûm»

Jesus diz: “Talitha kûm. Menina, levanta-te!” Ele só a pode ajudar, a ampará-la, mas é ela, só ela, que se pode reerguer: “Levanta-te!” E a menina levanta-se e começa a caminhar. A cada um de nós, seja qual for a porção de dor que tenhamos dentro, a porção de morte que nos habite, a cada um Jesus repete: “talitha kûm”. Em cada um de nós, de qualquer idade, há uma vida sempre jovem, e a essa vida o Mestre repete: talitha kûm; jovem vida, resssuscita,retoma a fé, a coragem, a luta, a busca, o dom. Há que ouvir estas palavras de Jesus depois de cada dilaceração infligida pela vida, a cada despertar. Ali, onde o homem se detém, Deus continua a fazer repartir, ali onde a vida adormece, a sua palavra desperta. Para Jesus, ninguém está morto para sempre: já que és criatura sã e sem veneno, levanta-te! E repete … >> continuar a ler

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    • 17h (vespertina)
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    • Para diálogo, Sacramento da Reconciliação ou aconselhamento espiritual.
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